Município tem que melhorar para ser vista como exemplo de acessibilidade
Campinas está longe de ser acessível. A informação é comprovada no dia a dia de quem tem algum tipo de deficiência. A reportagem da Agência Anhanguera de Notícias (AAN) acompanhou o estudante de administração Everton Monteiro do Carmo, de 24 anos, durante um passeio por algumas avenidas do bairro Castelo.
Everton, que tem paralisia cerebral desde o nascimento, geralmente não usa cadeira de rodas, já que se locomove bem com o apoio de muletas. Porém, há quatro meses, precisou passar por uma cirurgia e se viu na condição de cadeirante.
“Só quem vive a experiência sabe dos obstáculos diários. Muitas vezes, os cadeirantes desistem de sair de casa pensando nas dificuldades. Isso é justo? Todos pagamos impostos igualmente”, afirma. Para ele, até merecer o rótulo de “cidade acessível” Campinas precisará percorrer um longo caminho.
Hoje, a realidade acusa a falta de rampas de acesso nas ruas, a ausência de semáforos com alerta sonoros e mesmo uma insuficiente da frota de veículos adaptados. E mesmo nas boas iniciativas, há obstáculos para serem superados.
Para conseguir o benefício do Programa de Acessibilidade Inclusiva (Pai), por exemplo, é preciso acordar as 6h da manhã.
“Caso contrário, não consigo o agendamento, uma vez que a procura é maior do que a oferta”, diz. “Também é complicado esperar o ônibus adaptado. Da faculdade até a minha casa são apenas cinco quilômetros, mas espero e demoro duas horas no trajeto. As vezes, a vaga para cadeirante está ocupada e tenho que esperar ainda mais”, diz ele.
Diante da Torre do Castelo, conhecido ponto turístico da cidade reformada e reinaugura no último dia 15 de maio, ele lamenta. “Mas eu aqui só posso olhar”, diz.
Cadeirante, o consultor de informática Paulo Eduardo Santos, de 33 anos, afirma que “antes de ser uma questão política, essa é uma questão de conscientização da necessidade do outro. Todos precisamos participar dessa luta”, acrescenta.
Fonte: Agência Anhangüera
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
DILMA: "EU NÃO ASSINEI. EU RUBRIQUEI"
Em entrevista, ela reconhece o “erro do PT” na entrega do programa e diz que rubricou sem ler
“Eu não assinei. Eu rubriquei.” Assim a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tentou explicar ontem a polêmica substituição de seu programa de governo no registro da candidatura na Justiça Eleitoral.
Em entrevista à rádio Tupi, no Rio, ela afirmou que “foi um erro” do PT a apresentação de uma primeira versão mais radical, que reproduzia resolução aprovada em fevereiro, no congresso nacional do partido. A candidata argumentou que apenas rubricou, sem ler o que estava escrito, negando ter chancelado o documento, que foi substituído no mesmo dia.
“Eu não assinei documento nenhum, porque não tem documento a ser assinado. Eu rubriquei páginas, eu não olhei. Não achei que iam colocar o outro programa, o de fevereiro. Tinham de botar o que nós tínhamos acertado em junho”, declarou Dilma.
No primeiro programa de governo apresentado, havia propostas como a taxação de grandes fortunas e o combate ao “monopólio da mídia”.
Fonte: Correio Popular
“Eu não assinei. Eu rubriquei.” Assim a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tentou explicar ontem a polêmica substituição de seu programa de governo no registro da candidatura na Justiça Eleitoral.
Em entrevista à rádio Tupi, no Rio, ela afirmou que “foi um erro” do PT a apresentação de uma primeira versão mais radical, que reproduzia resolução aprovada em fevereiro, no congresso nacional do partido. A candidata argumentou que apenas rubricou, sem ler o que estava escrito, negando ter chancelado o documento, que foi substituído no mesmo dia.
“Eu não assinei documento nenhum, porque não tem documento a ser assinado. Eu rubriquei páginas, eu não olhei. Não achei que iam colocar o outro programa, o de fevereiro. Tinham de botar o que nós tínhamos acertado em junho”, declarou Dilma.
No primeiro programa de governo apresentado, havia propostas como a taxação de grandes fortunas e o combate ao “monopólio da mídia”.
Fonte: Correio Popular
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A CHARGE
Nani: "Espero que o PT não dê o Ministério do Humor ao PMDB"
Deu encrenca com os demônios do humor. Ex-"Pasquim", "Jornal do Brasil" e "Bundas" (epa!), o cartunista Nani comparou o controverso programa de governo da candidata Dilma Rousseff (PT) a um programa de esquina - bem entendido: com posições heterodoxas. "O programa quem faz são os fregueses: PMDB: barba, cabelo e bigode; PDT: papai e mamãe e por aí vai...", anuncia o cartum.
Com 37 anos de jornalismo, Nani enfrenta ataques de petistas e internautas por ter usado uma metáfora sexual para caricaturar a sisuda Dilma. Presidente do PT, José Eduardo Dutra reclamou da "baixaria". Em entrevista a Terra Magazine, Nani defende-se com o mesmo salvo-conduto do Barão de Itararé, de Millôr e de Jaguar:
- Eu usei uma metáfora. Pode ter sido ruim, mas eu simplesmente fiz humor.
Publicado na página pessoal do desenhista (http://www.nanihumor.com/), o cartum foi reproduzido pelo blog do jornalista Josias de Souza e provocou imensa polêmica no Twitter e na blogosfera. Para alguns críticos, houve machismo. Se a encrenca aumentar, e nascer algum processo judicial, Nani tem um pedido a mais:
- Só espero que o PT não crie o Ministério do Humor e entregue ao PMDB!
Confira a charge e divirta-se!

Fonte: Terra Magazine
Deu encrenca com os demônios do humor. Ex-"Pasquim", "Jornal do Brasil" e "Bundas" (epa!), o cartunista Nani comparou o controverso programa de governo da candidata Dilma Rousseff (PT) a um programa de esquina - bem entendido: com posições heterodoxas. "O programa quem faz são os fregueses: PMDB: barba, cabelo e bigode; PDT: papai e mamãe e por aí vai...", anuncia o cartum.
Com 37 anos de jornalismo, Nani enfrenta ataques de petistas e internautas por ter usado uma metáfora sexual para caricaturar a sisuda Dilma. Presidente do PT, José Eduardo Dutra reclamou da "baixaria". Em entrevista a Terra Magazine, Nani defende-se com o mesmo salvo-conduto do Barão de Itararé, de Millôr e de Jaguar:
- Eu usei uma metáfora. Pode ter sido ruim, mas eu simplesmente fiz humor.
Publicado na página pessoal do desenhista (http://www.nanihumor.com/), o cartum foi reproduzido pelo blog do jornalista Josias de Souza e provocou imensa polêmica no Twitter e na blogosfera. Para alguns críticos, houve machismo. Se a encrenca aumentar, e nascer algum processo judicial, Nani tem um pedido a mais:
- Só espero que o PT não crie o Ministério do Humor e entregue ao PMDB!
Confira a charge e divirta-se!

Fonte: Terra Magazine
quinta-feira, 8 de julho de 2010
SITE OFICIAL DE SERRA GANHA REFORMULAÇÃO
O site oficial do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foi reformulado nesta quarta-feira (7), exibindo agora o número 45 do partido no topo das páginas, junto do nome do vice na chapa, Indio da costa. A primeira página do site, além de galerias de fotos, links para redes sociais e notícias, também traz críticas à candidata do PT, Dilma Rousseff.

Com a reformulação, o site de Serra também apresenta link para um "programa de governo colaborativo", no qual internautas podem publicar ideias sobre temas específicos. Outros itens que já existiam no site foram mantidos, como um canal de vídeos publicados no Youtube e a exibição das últimas publicações do candidato no Twitter.
Fonte: UOL Eleições 2010

Com a reformulação, o site de Serra também apresenta link para um "programa de governo colaborativo", no qual internautas podem publicar ideias sobre temas específicos. Outros itens que já existiam no site foram mantidos, como um canal de vídeos publicados no Youtube e a exibição das últimas publicações do candidato no Twitter.
Fonte: UOL Eleições 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
GERALDO ALCKMIN DÁ LARGADA EM CAMPINAS
Candidato do PSDB deu largada à campanha em Campinas
Confiante na sua eleição, o candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou ontem, no primeiro dia oficial de campanha eleitoral, que vai dar todo o apoio a Campinas e ao governo federal para a consolidação da ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos e a implantação do trem de alta velocidade (TAV) entre a cidade, a Capital paulista e o Rio de Janeiro.
A declaração foi dada após Alckmin praticamente descartar a possibilidade de apoio do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) à sua candidatura. “O Doutor Hélio é do PDT, e o PDT está numa outra coligação. Apesar disso, quero dizer do meu apreço e do meu compromisso com Campinas”, disse, durante a caminhada pelo Centro de Campinas que marcou o início de sua campanha.
Alckmin chegou a Campinas às 10h45 e desembarcou no Largo do Rosário acompanhado por caciques do partido, como o deputado José Aníbal (SP) e do candidato ao Senado, Aloysio Nunes Ferreira Filho, além do candidato do PMDB ao Senado Orestes Quércia, e de lideranças municipais e regionais, caminhou pelo calçadão da Rua 13 de Maio, cumprimentou eleitores, tomou café em um bar e foi embora para a Capital às 12h30.
Fonte: Agência Anhangüera
Confiante na sua eleição, o candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou ontem, no primeiro dia oficial de campanha eleitoral, que vai dar todo o apoio a Campinas e ao governo federal para a consolidação da ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos e a implantação do trem de alta velocidade (TAV) entre a cidade, a Capital paulista e o Rio de Janeiro.
A declaração foi dada após Alckmin praticamente descartar a possibilidade de apoio do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) à sua candidatura. “O Doutor Hélio é do PDT, e o PDT está numa outra coligação. Apesar disso, quero dizer do meu apreço e do meu compromisso com Campinas”, disse, durante a caminhada pelo Centro de Campinas que marcou o início de sua campanha.
Alckmin chegou a Campinas às 10h45 e desembarcou no Largo do Rosário acompanhado por caciques do partido, como o deputado José Aníbal (SP) e do candidato ao Senado, Aloysio Nunes Ferreira Filho, além do candidato do PMDB ao Senado Orestes Quércia, e de lideranças municipais e regionais, caminhou pelo calçadão da Rua 13 de Maio, cumprimentou eleitores, tomou café em um bar e foi embora para a Capital às 12h30.
Fonte: Agência Anhangüera
terça-feira, 6 de julho de 2010
QUANTO CUSTARÁ O TREM-BALA?
Custo do trem-bala é imprevisível, diz TCU
É impossível saber quanto custará o trem-bala entre São Paulo e Rio, aponta relatório do Tribunal de Contas da União. Segundo a área técnica do TCU, os estudos geológicos para a obra foram insuficientes, informa reportagem de Dimmi Amora, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Foram realizados apenas 4,4% da quantidade mínima de sondagens para estimar o preço da obra. Apesar das restrições técnicas, os ministros do tribunal aprovaram os estudos de viabilidade da Agência Nacional de Transportes Terrestres.
A ANTT estimou a obra em R$ 21 bilhões, 63% do total do projeto. O edital de licitação sairá nesta semana. Em casos similares, o TCU determinou que projetos fossem revistos. Pesou agora a pressão do governo para que isso não ocorresse.
"Novos estudos devem ser realizados [...] Nas atuais condições, há grande redução da competitividade e inaceitável nível de risco e incertezas com elevado potencial de alteração de custos das obras", afirma um trecho do documento.
Se o estudo fosse refeito, não haveria licitação neste ano. Como a obra será fiscalizada, os ministros preferiram evitar embaraços. Segundo a ANTT, cabe aos construtores definir o traçado final. Por isso, não houve cálculos precisos.
Fonte: Folha Online
É impossível saber quanto custará o trem-bala entre São Paulo e Rio, aponta relatório do Tribunal de Contas da União. Segundo a área técnica do TCU, os estudos geológicos para a obra foram insuficientes, informa reportagem de Dimmi Amora, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Foram realizados apenas 4,4% da quantidade mínima de sondagens para estimar o preço da obra. Apesar das restrições técnicas, os ministros do tribunal aprovaram os estudos de viabilidade da Agência Nacional de Transportes Terrestres.
A ANTT estimou a obra em R$ 21 bilhões, 63% do total do projeto. O edital de licitação sairá nesta semana. Em casos similares, o TCU determinou que projetos fossem revistos. Pesou agora a pressão do governo para que isso não ocorresse.
"Novos estudos devem ser realizados [...] Nas atuais condições, há grande redução da competitividade e inaceitável nível de risco e incertezas com elevado potencial de alteração de custos das obras", afirma um trecho do documento.
Se o estudo fosse refeito, não haveria licitação neste ano. Como a obra será fiscalizada, os ministros preferiram evitar embaraços. Segundo a ANTT, cabe aos construtores definir o traçado final. Por isso, não houve cálculos precisos.
Fonte: Folha Online
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